Dez
anos representam, para a empresa, um período de transformação da reprodução
bovina brasileira por meio da ciência aplicada, inovação e proximidade com quem
está no campo todos os dias
Especializada
em IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), a GlobalGen ultrapassa a marca
de 17 milhões de protocolos comercializados em uma década de mercado,
consolidando-se como uma das principais referências do segmento veterinário e
reafirmando o compromisso de entregar fertilidade, eficiência e previsibilidade
para a pecuária de corte e leite.
A
empresa nasceu da ciência e tem conexão direta com essa biotecnologia, tendo
como sócios os PhDs Milo Wiltbank e J. Richard Pursley, que, na década de 90,
criaram o primeiro protocolo que possibilitou a IATF em escala mundial. Do
outro lado, está a brasileira UCBVET Saúde Animal, uma das mais tradicionais
indústrias veterinárias do país, com mais de 100 anos de atuação.
O
momento significa, ainda, uma nova fase para a empresa. “Mais do que
atualização visual, o projeto rebranding GlobalGen traduz a evolução de uma
marca que amadureceu com o mercado. A nova identidade reforça atributos
construídos ao longo dessa trajetória: inovação, ciência, confiança,
proximidade e alta performance, projetando a empresa para os próximos anos de
crescimento na reprodução animal”, diz Gabriel Sandoval, gerente de marketing
da GlobalGen.
Ao
longo desses dez anos, a GlobalGen consolidou posicionamento único no mercado:
unir ciência de ponta, protocolos amplamente validados e execução em campo para
entregar previsibilidade reprodutiva em larga escala. Essa combinação tornou a
empresa referência para médicos-veterinários, técnicos e criadores que buscam
segurança na tomada de decisão e resultados consistentes nas fazendas.
Em
2025, segundo dados do Departamento de Reprodução Animal da Faculdade de
Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, o mercado comercializou 24,7 milhões
de protocolos/ano – negócio estimado em R$ 510 milhões.
“E
o potencial é imenso. A IATF é responsável por cerca de 90% de todas as
inseminações bovinas realizadas no Brasil. Porém, apenas 23% das cerca de 70
milhões de fêmeas em idade reprodutiva são inseminadas. Estamos preparados para
continuar crescendo acima da média do mercado”, complementa Sandoval.
Além
de crescer em participação de mercado, a GlobalGen construiu trajetória baseada
em confiança. “Ao longo da década, estivemos presente em milhares de
propriedades rurais, acompanhando técnicos e criadores, entendendo desafios
regionais e levando soluções capazes de transformar resultados reprodutivos em
produtividade e rentabilidade. Essa proximidade tornou-se um dos principais
diferenciais da empresa e faz parte do DNA da marca”.
A
pecuária de corte é o principal segmento para a GlobalGen, representando
aproximadamente 70% do volume de protocolos comercializados por ano. O leite
participa com os demais 30%. O período reprodutivo do corte ocorre entre
outubro e março; o de leite é mais pulverizado durante o ano. Para o contato
direto com o mercado, a empresa conta com equipe de vendas especializada em
reprodução e genética, com grande capilaridade e proximidade com clientes e
parceiros.
A
expectativa é continuar crescendo em 2026 e atingir a marca de 20 milhões de
protocolos em 2027. “Estamos otimistas com o período reprodutivo da pecuária de
corte, que está chegando. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de
carne e essa relevância cresce ano após ano. Nosso negócio é dar suporte aos
criadores para melhorar os seus índices reprodutivos e, assim, continuar
contribuindo para o aumento da produtividade, medidos com ganho de peso,
precocidade, qualidade de carcaça, aumento do peso e redução da idade de
abate”, destaca Rodrigo Faleiros, diretor superintendente da UCBVET Saúde Animal.
“Celebrar
dez anos não significa olhar apenas para o que foi conquistado, mas renovar o
compromisso com a evolução da pecuária brasileira. A GlobalGen inicia um ciclo
preparada para ampliar a presença no mercado, fortalecer ainda mais a parceria
com técnicos e criadores e continuar levando inovação, conhecimento e
tecnologia para as fazendas. Afinal, quando a reprodução evolui, toda a cadeia
evolui junto”, destaca Faleiros.



